"Praticar agricultura dentro ou em volta das cidades e metrópoles - AGRICULTURA URBANA e peri-urbana - é um fenômeno em expansão, onde os sistemas urbanos de suprimento de alimentos não são acessíveis a toda a população.
No Brasil a Agricultura Urbana faz parte do Programa Fome Zero e possibilita a produção de alimentos de forma comunitária com uso de tecnologias de bases agroecológicas em espaços urbanos e peri-urbanos ociosos. Com a mobilização comunitária, em especial com atuação das prefeituras, são implementadas hortas, lavouras, viveiros, pomares, canteiros de ervas medicinais, criação de pequenos animais, unidades de processamento/beneficiamento agroalimentar e feiras e mercados públicos populares. Os alimentos produzidos são destinados para auto-consumo, abastecimento de restaurantes populares, cozinhas comunitárias e venda de excedentes no mercado local, resultando em inclusão social, melhoria da alimentação e nutrição e geração de renda."
Retirado do site: http://www.cepagro.org.br/agricultura-urbana/
sábado, 20 de setembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Cana-de-macaco: planta do mês de Setembro
Costus spicatus
É uma planta herbácea de origem
brasileira, aparece mais nas regiões brejeiras e tem várias propriedades benéficas para a saúde
das pessoas. Nativa
em quase todo Brasil, principalmente na Mata Atlântica e região Amazônica
Antigamente os caboclos a usavam
para dores, edemas e contusões. Ela é conhecida também como cana-do-brejo,
cana-branca, cana-do-mato, caatinga, pacová, etc.
Seu cultivo deve ser
feito em solos úmidos e ricos em materia orgânica.
Na medicina natural e popular, seu chá é utilizado com fins
depurativos, adstringentes e diuréticos. O suco do caule fresco diluído é
eficaz no tratamento de gonorreia, sífilis, nefrite, picada de insetos,
problemas de bexiga e diabetes. Cataplasma
ou compressas com as partes aéreas secas/frescas serve para hérnias, inchaços e
contrações.
Os
registros científicos indicam que o uso do chá das folhas de C. spicatus
para avaliação da progressão da hiperglicemia demonstram que o chá desta planta
não promove a diminuição da progressividade da diabetes mellitus tipo 2,
contrariando indicações populares.
É
contraindicada em casos de gravidez e período de
lactação.
Referência:
PAES, L.S. MENDONÇA, M. S. CASAS,
L.L. Aspectos Estruturais e Fitoquímicos
de partes vegetativas de Costus spicatus (Jacq.) Sw. (Costaceae). Rev.
Bras. Pl. Med., Campinas, v.15, n.3, p.380-390, 2013.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Damiana: planta do mês de Agosto
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Turnera subulata L.
Pertence à Família das Turneraceae e é conhecida popularmente como Damiana, Chanana e Flor do Guarujá. É uma planta subarbustiva podendo chegar até 50 cm e permanece florida durante todo o ano. Em relação ao seu cultivo, a Damiana é considerada uma planta espontânea, sendo assim, não é muito exigente em relação ao tipo de solo e adubação, tolerando até mesmo solos muito pobres. Pode ser reproduzida por estaquia ou por sementes. Ela também entra na lista de Plantas Alimentícias Não-Convencionais (PANC’s)e pode ter as flores consumidas em saladas, refogados, licores, geleias, sorvetes, sucos. Na fitoterapia o chá das folhas ou raiz é utilizado como adstringente, balsâmico, emenagogo, estimulante dos órgãos sexuais, estomáquico, expectorante, purgativo e tônico geral.
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
Ipê Amarelo: planta do mês de Julho
Nome científico: Tabebuia chrysotricha
Nomes populares: ipê-amarelo, ipê-tabaco
Origem: Brasil
Família: Bignoniáceas
Luminosidade: Sol pleno
Porte: Pode chegar a 8 metros de altura
Clima: Quente e úmido
Copa: Rala, com diâmetro um pouco maior que a metade da altura
Propagação: Sementes
Solo: Fértil e bem drenado
Podas: Recomenda-se apenas podas de formação.
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| Flores, frutos e tronco do Ipê Amarelo |
Originária do Brasil é a
espécie de ipê mais utilizada em paisagismo. Durante o
inverno, as folhas do ipê-amarelo caem
e a árvore fica completamente despida.
No início da primavera, entretanto, ela
cobre-se inteiramente com sua floração
amarela, dando origem ao famoso espetáculo do
ipê-amarelo florido. Quanto
mais frio e seco for o inverno, maior será a
intensidade da florada.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Semana de Meio Ambiente
Data: 02 a 06 de junho de 2014
Público alvo: Toda a comunidade do CECR – Escola
Parque.
Programação:
Cine
Tela Verde
Objetivo: exibir e discutir filmes relcionando-os ao
universo da jardinagem e da temática ambiental.
Local: Núcleo de Jardinagem
Horário: 7:30h às 9:30h – 13:30h às 15:30h
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Manhã
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Segunda
02/6
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Terça
03/6
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Quarta
04/06
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Quinta
05/06
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Sexta
06/06
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Filmes
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O
veneno esta na mesa I
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Lorax
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Documentário
de Burle Marx
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O
Jardim Secreto
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Panjerama
e Bee Movie
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Tarde
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Filmes
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O
veneno está na mesa II
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Xingu
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Muito
além do peso
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Vida
de Inseto
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Plantio
de árvores nativas brasileiras
Local: Área externa da Escola
Após apresentação e discussão do filme, o grupo
plantaou uma árvore. Foi plantada uma árvore em cada turno.
Coordenação do Núcleo de Jardinagem
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Planta do mês de janeiro: Pata-de-elefante, Biucárnea, Nolina
Populares: Pata-de-elefante, Biucárnea, Nolina
Nome Científico: Beaucarnea recurvata
Apesar de se
assemelhar com as palmeiras, a pata-de-elefante não é uma palmeira verdadeira.
Ela é considerada um arbusto ou arvoreta, que pode alcançar cerca de 5 metros
de altura quando adulta. Seu com
a base dilatada, para o armazenamento de água. Uma adaptação para sobreviver
por longos períodos de estiagem.
As flores somente são produzidas nos exemplares
mais velhos, já arbóreos. Elas despontam em inflorescências longas e eretas,
com numerosas flores pequenas e esbranquiçadas.
Deve ser cultivada sob sol pleno em solo fértil, bem drenável
e irrigado a intervalos bem espaçados, para evitar o apodrecimento das raízes.
Quando jovem, pode ser conduzida em ambientes internos, em locais com
incidência solar direta (meia sombra). É muito rústica, tolerando o calor e o
frio, não suportando apenas o encharcamento. Multiplica-se por estaquia e por
sementes produzidas apenas nas plantas fêmeas.
Planta do mês de Dezembro: Zamiocuca
Nome Popular: Zamiocuca
Nome
Científico: Zamioculcas zamiifolia.
Zamioculcas é um género botânico
pertencente à família Araceae.
Originária da África, com 40-60 c de altura.
Deve ser
cultivada sob meia-sombra ou luz indireta, em solo drenável, rico em matéria
orgânica e irrigado regularmente, sem encharcar. Sensível a podridões no rizoma
e amarelamento das folhas, devido ao encharcamento. É preferível deixá-la
passar sede do que regar em excesso. Não tolera sol pleno. Ideal para lugares
fechados, como escritórios, salas entre outros.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Planta do mês novembro: Mogno-brasileiro
Nome popular: Mogno-brasileiro, Aguano,
Uraputanga, ou simplesmente mogno.
Nome científico: Swietenia macrophylla
Altura média: 25 – 30 metros
O mogno é uma planta
nativa da região amazônica, mais comum ao sul do Pará, bastante explorada na
produção de móveis pelo seu potencial madeireiro. Chama a atenção a coloração
castanho-avermelhada do seu tronco polido. Ocorrem nos estados Acre, Maranhão,
Goiás, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins; porém, ocorre em países como
Peru e México. Adaptou-se muito bem a ambientes urbanos, por isso, é comumente
utilizada na arborização urbana. Seu tronco é reto e seu crescimento é rápido. Possui
folhas compostas, paripinadas, lisas, 8 a 10 folíolos; flores pequenas, claras;
embora seus frutos sejam grandes (18 cm), com casca dura, voltados para cima,
os quais se abrem em quatro partes de maneira a liberar suas sementes. Suas
sementes são aladas, leves e com tonalidade marrom clara. Apenas as árvores
mais velhas frutificam e produzem muitas sementes viáveis. Floresce em novembro
até janeiro, e seus frutos iniciam maturação a partir de setembro e prolonga-se
até meados de novembro. As sementes germinam bem em solo organo-argiloso se
mantidos em ambientes semi-sombreados, a emergência ocorre em 15 a 20 dias. A
árvore pode alcançar 4 metros em apenas 2 anos. A lagarta Hypsypyla
grandella, conhecida como
“broca-do-tronco”, é uma ameaça ao mogno-brasileiro, pois impede seu
crescimento principalmente em áreas em recuperação. A extração clandestina
desta planta também é um motivo que contribui para a inclusão no grupo das espécies
em risco de extinção.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Planta de outubro: Jenipapeiro
Nome Científico: Genipa
americana L.
Família: Rubiaceae
Bioma: Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga (em matas ciliares)
Onde Plantar: Praças, jardins, parques e margens de corpos
d’água.
Árvore de médio a grande porte, 5 a 15 m de altura. Tronco com
casca lisa, cinza-claro, copa globosa a elipsóide. Folhas perenes, simples,
grandes. Flores do tamanho médio, brancas e muito perfumadas,
Fruto indeiscente
globoso, aromático, com muitas sementes.
Os frutos (jenipapo) são muito utilizados para a fabricação de
doces sucos e licor.
Potencial Paisagístico
Sombras densas, os frutos atraem a fauna. Árvore bonita e
elegante, não pode falta na arborização de cursos d’água.
Como produzir muda
Colher frutos após a queda, maduros, mas não fermentados.
Despolpá-lo sobre água corrente e dentro de uma peneira para a retirada das
sementes.
Deixar as sementes em água, à temperatura ambiente, por 48
horas, para uniformizar e acelerar a germinação.
Plantar as sementes, em seguida, em sacos de polietileno, com
substrato argiloso. Ou em sementeiras para posterior repicagem, de 2 a 3
semanas após a germinação, quando as plântulas atingirem 3,0 a 5,0 cm de
altura.
A emergência ocorre entre 20 e 30 dias.
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