Após a colheita de: coentro, alface e
cebolinha, efetuou a doação de duas cestas para o Núcleo de Alimentação. Os
alunos Mateus, Tiago e Samuel foram os escolhidos para representarem todos do núcleo acompanhados da Professora Fabiana Quintela.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Planta do mês de agosto: Benguê
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| Benguê |
Nome
científico: Bonnetia stricta (Nees)
Nees & Mart.
Família:
Bonnetiaceae.
Bioma: Campo
Rupestre e Mata Atlântica (restinga).
Onde plantar:
ruas, avenidas, praças, parques, jardins e orla marítima.
Arbusto de
pequeno porte. Troncos múltiplos. Copa aberta. Folhas perenes, simples, de
tamanho médio, carnosas, com margem de cor vinho. Flores brancas e rosadas, de
tamanho médio. Frutos secos de tamanho médio, avermelhados, contendo muitas
sementes. Ocorre sobre solos arenosos de baixa fertilidade.
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| Família: Bonnetiaceae |
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Seminário sobre: Anísio Teixeira e Lev Vygotsky
| Nosso seminário |
Ocorreu nos dias 16 de maio e 05
de junho, como atividade complementar do Núcleo de Jardinagem, seminário sobre o
trabalho do pensador russo Lev Vygotsky e
do grande pensador brasileiro Anísio Teixeira, idealizador da Escola Parque.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Planta do mês de Julho: Nossa Palmeira Véitia!
Nossa Palmeira: Véitia
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Nome científico: Veitchia merrillii
Família: Arecaceae
A palmeira de Manila ou
Palmeira-Véitia (Veitchia merrillii) é uma planta exótica com palmito volumoso,
verde-brilhante, natural das ilhas Hébridas, Filipinas e Fiji. São plantas
monoicas, com flores masculinas e femininas podendo ocorrer na mesma planta e
compõe uma das dezoito espécies do gênero Veitchia.
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Nome científico: Veitchia merrillii
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As sementes frescas germinam no
período de 1 a 3 meses e as mudas exigem água em abundância. É uma planta que
pode sobreviver em temperaturas de até 2°C, exigindo sombra nas suas primeiras
fases de vida o que viabiliza sua utilização em ambientes fechados, mas também
pode causar o amarelecimento letal de suas folhas quando as mudas são plantadas
em áreas expostas a luz solar em abundância.
Apresenta rápido crescimento e
boa adaptação às condições salinas de regiões litorâneas, geralmente iniciando
o florescimento ainda bastante jovem (menos de 2 m de altura). Vem sendo uma
espécie cada vez mais utilizada para o paisagismo de jardins e ambientes
fechados como shoppings e hotéis devido ao seu porte (4 a 10 metros de altura e
16 cm de diâmetro), aspecto elegante e pelos seus frutos de coloração vermelha
intensa e vistosa, quando maduros.
É uma palmeira adequada para
cultivo em vasos quando jovem e para paisagismo de jardins pouco espaçosos,
seja em plantios isolados, em grupos ou fileiras. Permite fácil transplante
mesmo de exemplares adultos.
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Família: Arecaceae
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terça-feira, 5 de junho de 2012
Comemoração do dia do Meio Ambiente 05.06
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| Alunos do NUJA em atividade! |
Foram plantadas mudas:
Pau Brasil - Árvore com valor histórico.
Ipê amarelo,
árvore símbolo do nosso país.
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| Ação conjunta |
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Planta do mês de junho: Senna multijuga
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| Senna multijuga |
Canafístula – Senna multijuga
Família: Fabaceae ou Leguminosae / Subfamília: Caesalpinioideae
Esta árvore possui um porte médio (6 a 15m),
folhas pinadas; entre fevereiro e março, produz flores amarelas em cachos,
logo, um forte potencial paisagístico. É bastante comum às matas do Brasil,
todavia, não é muito utilizada na jardinagem. Suas flores são visitadas por
abelhas devido a sua significativa produção de pólen e néctar, o que a confirma
como uma planta melífera. É componente na família das leguminosas, portanto,
produz um legume achatado em junho, onde estão localizadas várias sementes.
Pode ser usada também como forrageira, ou seja, para complementar
nutritivamente a alimentação do gado. Apresenta a capacidade de fixar o
nitrogênio no solo com as suas raízes, por isso, pode ser usada na adubação
verde.
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| Canafístula |
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Oficina de Ferramentas
No dia 27 de março de 2011, foi realizada em nosso Núcleo, a
Oficina de Ferramentas de Jardinagem ministrada pelo Professor Lutigard.
A oficina teve o objetivo de mostrar a importância do manejo
e conservação adequados com os equipamentos e ferramentas utilizados na
jardinagem.
O evento contou com a participação dos professores,
funcionário e alunos do Núcleo.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Planta de maio: Jatobá (Hymenaea courbaril L.)
O jatobá (H. courbaril )
é popularmente conhecido como: jutaí, jutaí-açu, jutaí-bravo,
jutaí-grande jataíba, jataúba, jatioba,
jatiúba, jupati, copal, dentre outros.
É considerada uma árvore de grande porte,
podendo ultrapassar os 30m de altura, possuindo folhas compostas,
inflorescência em panículas terminais e frutos em forma de vagens indeiscentes,
duros e pardo-escuros, apresentando de 2 a 6 sementes, envoltas por uma farinha
comestível de grande valor nutritivo, consumida pelo homem como alimento e por
animais, principalmente roedores
Os eventos
reprodutivos são iniciados aos 8-12 anos de idade e não são necessariamente
anuais. Em Curuá- Una/Pará, floresce entre setembro e outubro, frutifica entre
março e julho e desfolha quase que totalmente entre junho e agosto. Na Amazônia
Central, floresce de agosto a novembro e frutifica de fevereiro a setembro.
A colheita dos frutos é feita diretamente da
árvore, quando inicia sua queda espontânea ou recolhidos no chão após a queda.
Deve-se fazer a secagem, quebrando-os em seguida para a liberação das sementes;
estas se encontram envolvidas pelo material farináceo, que deve ser removido
superficialmente.
A semente do jatobá pode ser armazenada por até 12
meses, permanecendo viável para o plantio.
Apesar de as sementes serem duras, germinam
rapidamente entre 12 a 18 dias. Para isso devem ser semeadas em canteiros
contendo substrato argiloso e cobertas com mais ou menos 1 cm de terra. Como se
trata de sementes grandes podem ser semeadas diretamente em recipientes
individuais, como saco de polietileno ou formas alternativas. O desenvolvimento
das mudas é rápido, ficando prontas para serem plantadas no campo em menos de 6
meses.
A espécie possui um
amplo histórico de utilização pelos indígenas. Tradicionalmente utilizada na
Amazônia brasileira. Sua resina é conhecida como “jutaicica” pelos índios ou
“copal da América”, possuindo tanto utilização medicinal e sendo utilizada
também como incenso em rituais (Castellen, 2005). É uma espécie amplamente
conhecidas e utilizada, portanto são conservadas por comunidades, não por
sugestões ou imposição, mas pela percepção de sua importância para a população
local.
http://livraria.sct.embrapa.br/liv_resumos/pdf/00075820.pdf
Planta de abril: Vanilla bahiana
Nome científico: Vanilla
bahiana
Família: Orchidaceae
Espécie de orquídea que cresce como trepadeira e suas flores
são de curtíssima duração, dependendo do clima não chegam a durar nem 8 horas.
Existe nas regiões centro-oeste, sudeste e nordeste do Brasil, ocorrendo no
interior de moitas, onde ficam protegidas da incidência direta da luz solar,
entretanto, é comum observar a passagem desta espécie de uma moita para outra,
ficando exposta à altas intensidades de luminosidade.
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