quarta-feira, 3 de julho de 2013

Planta do mês de janeiro: Pata-de-elefante, Biucárnea, Nolina


Populares: Pata-de-elefante, Biucárnea, Nolina

Nome Científico: Beaucarnea recurvata

 Apesar de se assemelhar com as palmeiras, a pata-de-elefante não é uma palmeira verdadeira. Ela é considerada um arbusto ou arvoreta, que pode alcançar cerca de 5 metros de altura quando adulta. Seu com a base dilatada, para o armazenamento de água. Uma adaptação para sobreviver por longos períodos de estiagem.
As flores somente são produzidas nos exemplares mais velhos, já arbóreos. Elas despontam em inflorescências longas e eretas, com numerosas flores pequenas e esbranquiçadas.

Deve ser cultivada sob sol pleno em solo fértil, bem drenável e irrigado a intervalos bem espaçados, para evitar o apodrecimento das raízes. Quando jovem, pode ser conduzida em ambientes internos, em locais com incidência solar direta (meia sombra). É muito rústica, tolerando o calor e o frio, não suportando apenas o encharcamento. Multiplica-se por estaquia e por sementes produzidas apenas nas plantas fêmeas.


Planta do mês de Dezembro: Zamiocuca


Nome Popular: Zamiocuca
Nome Científico: Zamioculcas zamiifolia.
Zamioculcas é um género botânico pertencente à família Araceae.
Originária da África, com 40-60 c de altura.

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz indireta, em solo drenável, rico em matéria orgânica e irrigado regularmente, sem encharcar. Sensível a podridões no rizoma e amarelamento das folhas, devido ao encharcamento. É preferível deixá-la passar sede do que regar em excesso. Não tolera sol pleno. Ideal para lugares fechados, como escritórios, salas entre outros.


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Planta do mês novembro: Mogno-brasileiro



Nome popular: Mogno-brasileiro, Aguano, Uraputanga, ou simplesmente mogno.
Nome científico: Swietenia macrophylla
Altura média: 25 – 30 metros


     O mogno é uma planta nativa da região amazônica, mais comum ao sul do Pará, bastante explorada na produção de móveis pelo seu potencial madeireiro. Chama a atenção a coloração castanho-avermelhada do seu tronco polido. Ocorrem nos estados Acre, Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins; porém, ocorre em países como Peru e México. Adaptou-se muito bem a ambientes urbanos, por isso, é comumente utilizada na arborização urbana. Seu tronco é reto e seu crescimento é rápido. Possui folhas compostas, paripinadas, lisas, 8 a 10 folíolos; flores pequenas, claras; embora seus frutos sejam grandes (18 cm), com casca dura, voltados para cima, os quais se abrem em quatro partes de maneira a liberar suas sementes. Suas sementes são aladas, leves e com tonalidade marrom clara. Apenas as árvores mais velhas frutificam e produzem muitas sementes viáveis. Floresce em novembro até janeiro, e seus frutos iniciam maturação a partir de setembro e prolonga-se até meados de novembro. As sementes germinam bem em solo organo-argiloso se mantidos em ambientes semi-sombreados, a emergência ocorre em 15 a 20 dias. A árvore pode alcançar 4 metros em apenas 2 anos. A lagarta Hypsypyla grandella, conhecida como “broca-do-tronco”, é uma ameaça ao mogno-brasileiro, pois impede seu crescimento principalmente em áreas em recuperação. A extração clandestina desta planta também é um motivo que contribui para a inclusão no grupo das espécies em risco de extinção.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Planta de outubro: Jenipapeiro



Nome Científico: Genipa americana L.
Família: Rubiaceae
Bioma: Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga (em matas ciliares)
Onde Plantar: Praças, jardins, parques e margens de corpos d’água.

Árvore de médio a grande porte, 5 a 15 m de altura. Tronco com casca lisa, cinza-claro, copa globosa a elipsóide. Folhas perenes, simples, grandes. Flores do tamanho médio, brancas e muito perfumadas,
Fruto indeiscente globoso, aromático, com muitas sementes.
Os frutos (jenipapo) são muito utilizados para a fabricação de doces sucos e licor.

Potencial Paisagístico
Sombras densas, os frutos atraem a fauna. Árvore bonita e elegante, não pode falta na arborização de cursos d’água.

Como produzir muda
Colher frutos após a queda, maduros, mas não fermentados. Despolpá-lo sobre água corrente e dentro de uma peneira para a retirada das sementes.
Deixar as sementes em água, à temperatura ambiente, por 48 horas, para uniformizar e acelerar a germinação.
Plantar as sementes, em seguida, em sacos de polietileno, com substrato argiloso. Ou em sementeiras para posterior repicagem, de 2 a 3 semanas após a germinação, quando as plântulas atingirem 3,0 a 5,0 cm de altura.
A emergência ocorre entre 20 e 30 dias.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Planta do mês de setembro: Pau-mocó


Pau-mocó: Fabaceae - Papilionoideae


Fabaceae - Papilionoideae
Luetzelburgia auriculata (Allemão) Ducke
Biomas de ocorrência: Caatinga
Período de floração: estação seca

     O pau-mocó é uma árvore de porte médio e com tronco acinzentado. Suas raízes são tuberosas capazes de acumular água e amido, essa característica permite a ocorrência dessa espécie em solos secos e pedregosos. Durante o período de floração sua copa encontra-se completamente sem folhas, coberta apenas por muitas flores. Suas flores possuem pétalas de cor branca com mancha mediana esverdeada ou roxa e uma pétala externa no botão (estandarte). Sua floração em massa disponibiliza néctar e pólen em grande quantidade às abelhas nativas. As abelhas do gênero Xylocopa   (mamangavas-de-toco) são os principais visitantes das flores do pau-mocó.
     O pau-mocó é uma espécie ornamental, possui floração vistosa e suas flores fornecem recursos fundamentais para abelhas durante a estação seca. Essas características
favorecem o plantio dessa espécie em áreas de criação e conservação de abelhas nativas.

Árvore do Pau-mocó: Biomas de ocorrências na Caatinga



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Doação para o NUAL




     Após a colheita de: coentro, alface e cebolinha, efetuou a doação de duas cestas para o Núcleo de Alimentação. Os alunos Mateus, Tiago e Samuel foram os escolhidos para representarem  todos do núcleo acompanhados  da Professora Fabiana Quintela.


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Planta do mês de agosto: Benguê

Benguê

Nome científico: Bonnetia stricta (Nees) Nees & Mart. 

Família: Bonnetiaceae.

Bioma: Campo Rupestre e Mata Atlântica (restinga).

Onde plantar: ruas, avenidas, praças, parques, jardins e orla marítima.

Descrição:

Arbusto de pequeno porte. Troncos múltiplos. Copa aberta. Folhas perenes, simples, de tamanho médio, carnosas, com margem de cor vinho. Flores brancas e rosadas, de tamanho médio. Frutos secos de tamanho médio, avermelhados, contendo muitas sementes. Ocorre sobre solos arenosos de baixa fertilidade.

Família: Bonnetiaceae

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Seminário sobre: Anísio Teixeira e Lev Vygotsky


Nosso  seminário

     Ocorreu nos dias 16 de maio e 05 de junho, como atividade complementar do Núcleo de Jardinagem, seminário sobre o trabalho do pensador russo Lev Vygotsky e do grande pensador brasileiro Anísio Teixeira, idealizador da Escola Parque.


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Planta do mês de Julho: Nossa Palmeira Véitia!

Nossa Palmeira: Véitia
Nome popular: Palmeira Véitia



Nome científico: Veitchia merrillii


Família: Arecaceae

     


A palmeira de Manila ou Palmeira-Véitia (Veitchia merrillii)   é uma planta exótica com palmito volumoso, verde-brilhante, natural das ilhas Hébridas, Filipinas e Fiji. São plantas monoicas, com flores masculinas e femininas podendo ocorrer na mesma planta e compõe uma das dezoito espécies do gênero Veitchia.
Nome científico: Veitchia merrillii
   As sementes frescas germinam no período de 1 a 3 meses e as mudas exigem água em abundância. É uma planta que pode sobreviver em temperaturas de até 2°C, exigindo sombra nas suas primeiras fases de vida o que viabiliza sua utilização em ambientes fechados, mas também pode causar o amarelecimento letal de suas folhas quando as mudas são plantadas em áreas expostas a luz solar em abundância.
   Apresenta rápido crescimento e boa adaptação às condições salinas de regiões litorâneas, geralmente iniciando o florescimento ainda bastante jovem (menos de 2 m de altura). Vem sendo uma espécie cada vez mais utilizada para o paisagismo de jardins e ambientes fechados como shoppings e hotéis devido ao seu porte (4 a 10 metros de altura e 16 cm de diâmetro), aspecto elegante e pelos seus frutos de coloração vermelha intensa e vistosa, quando maduros.
    É uma palmeira adequada para cultivo em vasos quando jovem e para paisagismo de jardins pouco espaçosos, seja em plantios isolados, em grupos ou fileiras. Permite fácil transplante mesmo de exemplares adultos.

Família: Arecaceae

Documentário: Lixo extraordinário