domingo, 6 de maio de 2012

Oficina de Arranjos: Flores Naturais!




     Decorar com flores dá um toque mágico, encantando todo e qualquer ambiente. E esse foi um dos objetivos da oficina ministrada por Leandro Costa, oferecida para toda a comunidade escolar, contando a participação de vários segmentos da mesma.
     A oficina ocorreu no dia 20 de setembro, numa manhã de clima ameno, já em uma atmosfera primaveril, afinal as vésperas da estação das flores, não poderia ter sido diferente. Executar um dia antes da comemoração dos 61 anos do CECR, foi intencional, pois  nada como unirmos  o  útil ao agradável: a realização da oficina capacitando  os participantes e a utilização dos arranjos para decoração da escola, em uma data  tão especial.

     Foi ensinado como criar arranjos de flores naturais: floral esponja; arranjo circular, vertical, horizontal,  simétrico e assimétrico. Veremos sugestão destelhada para alguns deles:





Material utilizado: Esponja, arames 21 x 25 cm, fita de cetim, faca Canivete, vime, rococó e chorão torto.
Flores usadas: Gérbera, Alpinea, Lírio rosa, Gipso, Astromélia, Áster, Flores do campo, Crisântemo, Rosa Carola e 3 tipos de cravos: amarelo, rosa e matizado.




Dicas:
                                                                                                                                                                                                                        Submergir a esponja em um recipiente com água e deixar afundar sozinha.
A durabilidade do arranjo dependerá da flor utilizada no arranjo e da borrifação aplicada  a mesma, o arranjo poderá durar em  média 4 dias, dependendo do ambiente.
Cuidado com a combinação de cores busque usar sempre tom sobre tom.

Tipos de arranjos, com alguns detalhes:  
1º Circular
Folha do Pândano, mutá, rosa vermelha e astromélia, ideal usar 20 rosas em  média.
2º Vertical
Base preparada base de floral uma parte sempre 2 cm acima para  o trabalho  lateral. A altura do arranjo ideal é uma base e meia (com flor) Palma/ Cravo/Rosa/ Scheffler -     Jamaica ornamental.




Outros  modelos  de arranjos foram  confeccionados durante a  oficina, vale ressaltar que os arranjos podem ser feitos com outros tipos flores, as utilizadas foram por mera sugestão,  há infinidade que poderão  usar  futuramente. O  fundamental é usar  a criatividade e o bom gosto para deixar o ambiente desejado com a sua cara.  Agradecemos a participação de todos e a disponibilidade e  boa  vontade do Leandro  Costa. 


Mix de  possibilidades!


Planta do mês de setembro: Cattleya amethystoglossa


     Trata-se de uma espécie brasileira classificada por Lindley e Reichenbach, coletada pela primeira vez na Bahia em 1856.
Seu principal habitat é no sul da Bahia, em uma altitude entre 900 e 1 200 metros, matas altas e claras na Serra do Mar e muito chuvoso nos meses de verão. Entre Julho e Outubro, o local fica sujeito a seca, formando um tapete de folhas secas com aproximadamente meio metro de altura.
     Ela aparece vegetando sobre coqueiros em pastos próximos ao Parque Nacional do Pau-Brasil.
     Planta robusta epífita ou rupícola com pseudobulbos cilíndricos e vincados de até um metro de altura. Portando duas ou três folhas de 15 centímetros de comprimento, coriáceas, arredondadas e de cor verde escuro acinzentado. Hastes florais de 15 cm de altura que surgem do ápice dos pseudobulbos e base das folhas, portando até 15 flores.
Duração média da flor é de quinze dias.
     O curioso é que as flores das plantas do centro-sul da Bahia sempre florescem em Maio e duram somente dois ou três dias.


Floresce de Agosto a Outubro.

Dia D da Saúde


     Mais uma vez participamos do Dia D da Saúde, ocorrido no dia  30 de agosto,  nos turnos  matutino e vespertino, na unidade escolar, concentrada no  NUAD, onde  nos  instalamos; essa ação é promovida pelo Núcleo de Projetos Especiais (NUPES),  com  o  intuito de atender voluntariamente a comunidade do entorno da unidade escolar,  que  participou  em peso usufruindo  dos  serviços disponibilizados.


   Esse ano nossa participação contou com uma exposição sobre "Plantas medicinais". Conscientização e informação sobre algumas ervas, demonstração das mudas das mesmas.  Fizemos a distribuição de chá de Melissa (Melissa officinalis), muito conhecido pelas propriedades de atuar em casos de cólicas abdominais, além de ser muito bom para ansiedade e funcionando como um calmante leve. Também vendemos mudas, a preços populares, de outras plantas cultivadas no Núcleo, como: capim-santo, boldo, hortelã,  melissa,  vick, tapete de oxalá e babosa.  

Em ação!

     Agradecemos aos nossos colaboradores: Professores, funcionários e  alunos do  NUJA, que participaram ativamente e possibilitaram o sucesso de mais essa ação.




Oficina: “A Linguagem audiovisual na escola”


     Oficina “A Linguagem audiovisual na escola”- ocorreu no dia 03 de agosto, no turno matutino - nela foram feitas colocações pertinentes, levando a reflexões sobre as práticas aplicadas pelos docentes; ressaltando a importância da construção do conhecimento, bem como a formação de cidadãos críticos e reflexivos.  Do ócio buscamos a criatividade, daí surgem às invenções. É interessante pegar um aluno e construir um vídeo com ele: roteiro, sonoplastia, figurino; estimular o processo criativo do aluno é fundamental em todas as áreas.


     O vídeo pode e deve ser utilizado como um recurso didático tanto a sua produção, quanto apreciação. Já que os jovens se interessam pelas ferramentas que a tecnologia proporciona; precisamos usar e evoluir junto com elas. As tecnologias vieram para  facilitar  a nossa vida, sendo assim busquemos utilizar todas as disponíveis, para colaboração no processo ensino-aprendizagem.  Deve-se usar novas  ferramentas para atrair  os jovens, como por exemplo atividades com o facebook,  criando uma comunidade, uma página ou até mesmo um grupo, mas sabendo  mediar, formando-os para serem críticos e transformadores.
     Toda informação tem que ter um propósito; devemos através disso buscar o resgate da nossa cultura,  inserindo nossas referencias  culturais  por mais que haja resistência dos alunos, com a cultura, é a “oportunidade” para contextualizarmos.
     Tudo é comunicação e em comunicação tudo são códigos.  Todas as linguagens foram citadas, porém as mais discutidas foram a linguagem televisiva: programação dos canais abertos e a linguagem publicitaria,  inserida  na mesma. A propaganda tem toda a questão da linguagem comercial, pois tem como meta a venda de um sonho. A linguagem fotográfica, também abordada, expressa a relação com o mundo, é um registro individual sobre as coisas, sob uma ótica individual. A sua abordagem sobre qualquer tema,  o define e o expressa. Glauber Rocha foi  citado com o Cinema Novo com riqueza fotográfica e pouco recursos.
     Foram  feitas  sugestões pelo  mediador e por alguns  dos presentes, como o  professor de fotografia, do NAVI, Ricardo  Fernandes que já trabalha com o filme: Janela da Alma. Outros  foram  sugeridos  como por exemplo: O cheiro do ralo;  O  fabuloso mundo de  Amelie;   Guerra dos  mundos;   Show de Trumam; o  curta: Vida Maria entre tantos outros citados inclusive os do baiano  Glauber Rocha.

Atuação



     "Os meios audiovisuais deixam de ser apenas uma ferramenta didática, demandando uma interação continuada que permite mais do que olhar imagens, mas interpretá-las visando à criação de novas mensagens e informações. A linguagem audiovisual torna possível a veiculação de uma enorme variável de informações, sob os mais diversos contornos e gêneros. 

     A escola, no contexto da sociedade contemporânea não pode mais ser avaliada como um ambiente independente, mas sim um lugar dentro de outros espaços, interagindo-se mutuamente. O grande desafio que se depara é o de integrar consciente e criticamente toda a comunidade escolar, no mundo da sociedade globalizada. Torna-se indispensável a constituição de novas metodologias que permitam a introdução de professores e educandos no mundo do cultivo de mensagens por meio da linguagem audiovisual, método que alguns autores chamam de alfabetização audiovisual. 

     Quando o professor constrói competência e habilidade para trabalhar com recursos tecnológicos, ao contextualizar suas atividades didáticas, esses procedimentos serão usados como mais uma ferramenta pedagógica enriquecedora do texto e do contexto que estão sendo trabalhados.  A era da informação é também a era da educação, plena e unificada."

     Guillermo Orozco Gómez

     Referências: Uma pedagogia para os meios de comunicação, Guillermo Orozco Gómez.”
Por Fábner Ribeiro Santos
Graduado em Comunicação Social com ênfase em produção editorial.








segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Planta do mês de agosto: Carobinha

Nome científico: Jacaranda brasiliana (Lam.)Pers.

Nome popular: Carobinha


Família botânica: Bignoniaceae

Descrição: Árvore de pequeno a médio porte, podendo chegar a 9 metros de altura. Tronco rugoso, cinza-escuro. Copa globosa. Flores roxas, de tamanho médio. Frutos secos, deiscentes (que se abrem sozinhos), arredondados, marrons, contendo muitas sementes aladas (que são dispersas pelo vento).

Espécie que ocorre no Oeste e Sudoeste da Bahia, em solos de baixa fertilidade.
Floresce nos meses de agosto e setembro.

Possui floração intensa que deixa a árvore com uma bonita coloração roxa. A queda de folhas nesse período potencializa sua beleza.


Carobinha

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Informes

- Semana de 18 a 22/07 - Discussão com todas as turmas sobre o desperdício.

- Semana de 25 a 29/07 - Apresentação do curta metragem:  " Ilha das flores".

- Próximas etapas: Elaboração de uma estória em quadrinhos com a temática do desperdício.

- Na semana de 8 a 12.08
I Semana de cinema do NUJA - Será apresentado o filme: Rio.

- Palestra ministrada por Fabner Ribeiro Santos,  graduado em Comunicação Social com ênfase em produção editorial.Público alvo: Professores da Escola Parque e das Escolas Classes,  dia 03 de agosto, às 08h.



Compareçam!



quinta-feira, 21 de julho de 2011

Atenção comunidade escolar do Centro!

Estamos aceitando doações de raízes de cebolinha.

Quando forem temperar, usem as folhas e nos tragam a raiz 


para plantarmos em nossa horta.


Agradecemos antecipadamente!
Colabore sempre conosco!


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Planta do mês de julho: Juçara

Nome popular: Juçara, Palmiteiro.

Nome científico: Euterpe edulis Mart.

Família botânica: Palmae.

Descrição: Palmeira de médio a grande porte, com 5 a 10 metros de altura. Estipe reta. Folhas pinadas. Flores pequenas, amarronzadas. Fruto globoso, carnoso, com uma semente. 
Ocorre na Mata Atlântica do sul da Bahia, até o Sudoeste do Brasil. Ocasionalmente ocorre em florestas montanhosas da Chapada Diamantina. 
É uma espécie ameaçada de extinção por conta da extração do palmito.
Possui grande potencial paisagístico por ser uma linda e graciosa palmeira, tolerante à sombra, facilitando a combinação com outras espécies.


Lenda: Conta-se a lenda que em uma tribo indígen a mais linda índia, chamada Juçara, porém muito branquinha, quando morreu, em seu túmulo nasceu uma planta, a palmeira. O palmito é a fase inicial da folhagem da palmeira, sendo um talo fibroso e macio. Na Floresta Tropical existem diversos tipos de palmeiras. Na Mata Atlântica temos o Palmito Jussara (euterpe edulis), o mais saboroso existente, porém o de menor índice de germinação. Antes abundante, hoje, devido a intensa exploração está cada vez mais raro.


Palmito Juçara: O palmito proveniente da palmeira Euterpe edulis Martius (palmiteiro), também conhecido por ençarova, juçara ou içara, é um dos mais importantes produtos não madeiráveis explorados na Floresta Atlântica. O produto era originalmente utilizado pelos indígenas residentes na área de Domínio da Floresta tropical Atlântica. Este produto esteve inclusive entre os primeiros oferecidos pelos indígenas aos colonizadores portugueses.

Açaí ou juçara é o fruto da palmeira conhecida como açaizeiro, cujo nome científico é Euterpe oleracea. É uma espécie nativa das várzeas da região amazônica, especificamente dos seguintes países: Venezuela, Colômbia, Equador, Guianas e Brasil (estados do Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão e Acre).

A juçara (ou açaí) é muito apreciada pelos maranhenses, consumida com farinha, camarão, peixe, carne-de-sol ou mesmo na forma de suco, sorvete e pudim. Dada a importância da juçara na cultura maranhense, é realizada anualmente a Festa da Juçara.


Saiba mais: http://www.umpedeque.com.br/arvore.php?id=603


sábado, 16 de julho de 2011

Abertas as inscrições para a Oficina: "O uso da linguagem audiovisual na Escola"



Ministrada por: Fábner Ribeiro Santos.
                                                                                                                                      Formado em Comunicação Social com ênfase em Produção Editorial.

Dia: 03 de agosto de 2011 (4ª feira)

Horário: 08:00h

Local: Núcleo de Jardinagem


sábado, 9 de julho de 2011

Planta do mês de junho: São João!

Nome científico: Senna Spectabilis

Outros nomes comuns: cássia-do-nordeste.


Família: Leguminosa


Descrição: Arbusto de pequeno porte, podendo alcançar até 9 metros. Ocorre no Nordeste brasileiro e Norte de Minas Gerais (Caatinga), preferencialmente em solos mais profundos, bem drenados e de razoável fertilidade. É uma planta ornamental que brinda e prende os olhares com sua exuberante floração, que se prolonga por vários meses. As flores são tubulosas amareladas bastante empregada no paisagismo, além disso, é uma espécie pioneira com grande potencial para recomposição de áreas degradadas (Lorenzi, 1992).