segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Planta do mês de setembro: Pau-mocó


Pau-mocó: Fabaceae - Papilionoideae


Fabaceae - Papilionoideae
Luetzelburgia auriculata (Allemão) Ducke
Biomas de ocorrência: Caatinga
Período de floração: estação seca

     O pau-mocó é uma árvore de porte médio e com tronco acinzentado. Suas raízes são tuberosas capazes de acumular água e amido, essa característica permite a ocorrência dessa espécie em solos secos e pedregosos. Durante o período de floração sua copa encontra-se completamente sem folhas, coberta apenas por muitas flores. Suas flores possuem pétalas de cor branca com mancha mediana esverdeada ou roxa e uma pétala externa no botão (estandarte). Sua floração em massa disponibiliza néctar e pólen em grande quantidade às abelhas nativas. As abelhas do gênero Xylocopa   (mamangavas-de-toco) são os principais visitantes das flores do pau-mocó.
     O pau-mocó é uma espécie ornamental, possui floração vistosa e suas flores fornecem recursos fundamentais para abelhas durante a estação seca. Essas características
favorecem o plantio dessa espécie em áreas de criação e conservação de abelhas nativas.

Árvore do Pau-mocó: Biomas de ocorrências na Caatinga



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Doação para o NUAL




     Após a colheita de: coentro, alface e cebolinha, efetuou a doação de duas cestas para o Núcleo de Alimentação. Os alunos Mateus, Tiago e Samuel foram os escolhidos para representarem  todos do núcleo acompanhados  da Professora Fabiana Quintela.


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Planta do mês de agosto: Benguê

Benguê

Nome científico: Bonnetia stricta (Nees) Nees & Mart. 

Família: Bonnetiaceae.

Bioma: Campo Rupestre e Mata Atlântica (restinga).

Onde plantar: ruas, avenidas, praças, parques, jardins e orla marítima.

Descrição:

Arbusto de pequeno porte. Troncos múltiplos. Copa aberta. Folhas perenes, simples, de tamanho médio, carnosas, com margem de cor vinho. Flores brancas e rosadas, de tamanho médio. Frutos secos de tamanho médio, avermelhados, contendo muitas sementes. Ocorre sobre solos arenosos de baixa fertilidade.

Família: Bonnetiaceae

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Seminário sobre: Anísio Teixeira e Lev Vygotsky


Nosso  seminário

     Ocorreu nos dias 16 de maio e 05 de junho, como atividade complementar do Núcleo de Jardinagem, seminário sobre o trabalho do pensador russo Lev Vygotsky e do grande pensador brasileiro Anísio Teixeira, idealizador da Escola Parque.


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Planta do mês de Julho: Nossa Palmeira Véitia!

Nossa Palmeira: Véitia
Nome popular: Palmeira Véitia



Nome científico: Veitchia merrillii


Família: Arecaceae

     


A palmeira de Manila ou Palmeira-Véitia (Veitchia merrillii)   é uma planta exótica com palmito volumoso, verde-brilhante, natural das ilhas Hébridas, Filipinas e Fiji. São plantas monoicas, com flores masculinas e femininas podendo ocorrer na mesma planta e compõe uma das dezoito espécies do gênero Veitchia.
Nome científico: Veitchia merrillii
   As sementes frescas germinam no período de 1 a 3 meses e as mudas exigem água em abundância. É uma planta que pode sobreviver em temperaturas de até 2°C, exigindo sombra nas suas primeiras fases de vida o que viabiliza sua utilização em ambientes fechados, mas também pode causar o amarelecimento letal de suas folhas quando as mudas são plantadas em áreas expostas a luz solar em abundância.
   Apresenta rápido crescimento e boa adaptação às condições salinas de regiões litorâneas, geralmente iniciando o florescimento ainda bastante jovem (menos de 2 m de altura). Vem sendo uma espécie cada vez mais utilizada para o paisagismo de jardins e ambientes fechados como shoppings e hotéis devido ao seu porte (4 a 10 metros de altura e 16 cm de diâmetro), aspecto elegante e pelos seus frutos de coloração vermelha intensa e vistosa, quando maduros.
    É uma palmeira adequada para cultivo em vasos quando jovem e para paisagismo de jardins pouco espaçosos, seja em plantios isolados, em grupos ou fileiras. Permite fácil transplante mesmo de exemplares adultos.

Família: Arecaceae

Documentário: Lixo extraordinário

terça-feira, 5 de junho de 2012

Comemoração do dia do Meio Ambiente 05.06


Alunos  do NUJA em atividade!



Para comemorar o dia do Meio Ambiente, o Núcleo de Jardinagem realizou o plantio de árvores nativas no jardim da Escola. 

Foram plantadas mudas: 

Pau Brasil -  Árvore com valor histórico.

Ipê amarelo, árvore símbolo do nosso país. 

Ação conjunta

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Planta do mês de junho: Senna multijuga


Senna multijuga

CanafístulaSenna multijuga
Família: Fabaceae ou Leguminosae / Subfamília: Caesalpinioideae

Esta árvore possui um porte médio (6 a 15m), folhas pinadas; entre fevereiro e março, produz flores amarelas em cachos, logo, um forte potencial paisagístico. É bastante comum às matas do Brasil, todavia, não é muito utilizada na jardinagem. Suas flores são visitadas por abelhas devido a sua significativa produção de pólen e néctar, o que a confirma como uma planta melífera. É componente na família das leguminosas, portanto, produz um legume achatado em junho, onde estão localizadas várias sementes. Pode ser usada também como forrageira, ou seja, para complementar nutritivamente a alimentação do gado. Apresenta a capacidade de fixar o nitrogênio no solo com as suas raízes, por isso, pode ser usada na adubação verde.

Canafístula




sexta-feira, 18 de maio de 2012

Oficina de Ferramentas



No dia 27 de março de 2011, foi realizada em nosso Núcleo, a Oficina de Ferramentas de Jardinagem ministrada pelo Professor Lutigard.
A oficina teve o objetivo de mostrar a importância do manejo e conservação adequados com os equipamentos e ferramentas utilizados na jardinagem.
O evento contou com a participação dos professores, funcionário e alunos do Núcleo.





quinta-feira, 17 de maio de 2012

Planta de maio: Jatobá (Hymenaea courbaril L.)


O jatobá (H. courbaril ) é popularmente conhecido como: jutaí, jutaí-açu, jutaí-bravo, jutaí-grande  jataíba, jataúba, jatioba, jatiúba, jupati, copal, dentre outros.
É considerada uma árvore de grande porte, podendo ultrapassar os 30m de altura, possuindo folhas compostas, inflorescência em panículas terminais e frutos em forma de vagens indeiscentes, duros e pardo-escuros, apresentando de 2 a 6 sementes, envoltas por uma farinha comestível de grande valor nutritivo, consumida pelo homem como alimento e por animais, principalmente roedores
Os eventos reprodutivos são iniciados aos 8-12 anos de idade e não são necessariamente anuais. Em Curuá- Una/Pará, floresce entre setembro e outubro, frutifica entre março e julho e desfolha quase que totalmente entre junho e agosto. Na Amazônia Central, floresce de agosto a novembro e frutifica de fevereiro a setembro.
A colheita dos frutos é feita diretamente da árvore, quando inicia sua queda espontânea ou recolhidos no chão após a queda. Deve-se fazer a secagem, quebrando-os em seguida para a liberação das sementes; estas se encontram envolvidas pelo material farináceo, que deve ser removido superficialmente. 
A semente do jatobá pode ser armazenada por até 12 meses, permanecendo viável para o plantio.
 Apesar de as sementes serem duras, germinam rapidamente entre 12 a 18 dias. Para isso devem ser semeadas em canteiros contendo substrato argiloso e cobertas com mais ou menos 1 cm de terra. Como se trata de sementes grandes podem ser semeadas diretamente em recipientes individuais, como saco de polietileno ou formas alternativas. O desenvolvimento das mudas é rápido, ficando prontas para serem plantadas no campo em menos de 6 meses. 
A espécie possui um amplo histórico de utilização pelos indígenas. Tradicionalmente utilizada na Amazônia brasileira. Sua resina é conhecida como “jutaicica” pelos índios ou “copal da América”, possuindo tanto utilização medicinal e sendo utilizada também como incenso em rituais (Castellen, 2005). É uma espécie amplamente conhecidas e utilizada, portanto são conservadas por comunidades, não por sugestões ou imposição, mas pela percepção de sua importância para a população local.

http://livraria.sct.embrapa.br/liv_resumos/pdf/00075820.pdf
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-67622011000400005&script=sci_arttext http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=424&class=19