terça-feira, 16 de setembro de 2014

Damiana: planta do mês de Agosto


Turnera subulata L.

Pertence à Família das Turneraceae e é conhecida popularmente como Damiana, Chanana e Flor do Guarujá. É uma planta subarbustiva podendo chegar até 50 cm e permanece florida durante todo o ano. Em relação ao seu cultivo, a Damiana é considerada uma planta espontânea, sendo assim, não é muito exigente em relação ao tipo de solo e adubação, tolerando até mesmo solos muito pobres. Pode ser reproduzida por estaquia ou por sementes. Ela também entra na lista de Plantas Alimentícias Não-Convencionais (PANC’s)e pode ter as flores consumidas em saladas, refogados, licores, geleias, sorvetes, sucos. Na fitoterapia o chá das folhas ou raiz é utilizado como adstringente, balsâmico, emenagogo, estimulante dos órgãos sexuais, estomáquico, expectorante, purgativo e tônico geral.

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Ipê Amarelo: planta do mês de Julho

Ipê Amarelo no Serrado

Nome científico: Tabebuia chrysotricha 

Nomes populares: ipê-amarelo, ipê-tabaco 

Origem: Brasil 

Família: Bignoniáceas 

Luminosidade: Sol pleno 

Porte: Pode chegar a 8 metros de altura 

Clima: Quente e úmido 

Copa: Rala, com diâmetro um pouco maior que a metade da altura 

Propagação: Sementes 

Solo: Fértil e bem drenado 

Podas: Recomenda-se apenas podas de formação.


Flores, frutos e tronco do Ipê Amarelo

Originária do Brasil é a espécie de ipê mais utilizada em paisagismo. Durante o 

inverno, as folhas do ipê-amarelo caem e a árvore fica completamente despida. 

No início da primavera, entretanto, ela cobre-se inteiramente com sua floração 

amarela, dando origem ao famoso espetáculo do ipê-amarelo florido. Quanto 

mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Semana de Meio Ambiente

Data: 02 a 06 de junho de 2014

Público alvo: Toda a comunidade do CECR – Escola Parque.

Programação:

Cine Tela Verde

Objetivo: exibir e discutir filmes relcionando-os ao universo da jardinagem e da temática ambiental.

Local: Núcleo de Jardinagem

Horário:  7:30h às 9:30h – 13:30h às 15:30h

Manhã
Segunda
02/6
Terça
03/6
Quarta
04/06
Quinta
05/06
Sexta
06/06


Filmes

O veneno esta na mesa I

Lorax

Documentário de Burle Marx

O Jardim Secreto

Panjerama e Bee Movie
Tarde






Filmes
O veneno está na mesa II
Xingu

Muito além do peso

Vida de Inseto














Plantio de árvores nativas brasileiras

Local: Área externa da Escola

Após apresentação e discussão do filme, o grupo plantaou uma árvore. Foi plantada uma árvore em cada turno.


Coordenação do Núcleo de Jardinagem

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Planta do mês de janeiro: Pata-de-elefante, Biucárnea, Nolina


Populares: Pata-de-elefante, Biucárnea, Nolina

Nome Científico: Beaucarnea recurvata

 Apesar de se assemelhar com as palmeiras, a pata-de-elefante não é uma palmeira verdadeira. Ela é considerada um arbusto ou arvoreta, que pode alcançar cerca de 5 metros de altura quando adulta. Seu com a base dilatada, para o armazenamento de água. Uma adaptação para sobreviver por longos períodos de estiagem.
As flores somente são produzidas nos exemplares mais velhos, já arbóreos. Elas despontam em inflorescências longas e eretas, com numerosas flores pequenas e esbranquiçadas.

Deve ser cultivada sob sol pleno em solo fértil, bem drenável e irrigado a intervalos bem espaçados, para evitar o apodrecimento das raízes. Quando jovem, pode ser conduzida em ambientes internos, em locais com incidência solar direta (meia sombra). É muito rústica, tolerando o calor e o frio, não suportando apenas o encharcamento. Multiplica-se por estaquia e por sementes produzidas apenas nas plantas fêmeas.


Planta do mês de Dezembro: Zamiocuca


Nome Popular: Zamiocuca
Nome Científico: Zamioculcas zamiifolia.
Zamioculcas é um género botânico pertencente à família Araceae.
Originária da África, com 40-60 c de altura.

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz indireta, em solo drenável, rico em matéria orgânica e irrigado regularmente, sem encharcar. Sensível a podridões no rizoma e amarelamento das folhas, devido ao encharcamento. É preferível deixá-la passar sede do que regar em excesso. Não tolera sol pleno. Ideal para lugares fechados, como escritórios, salas entre outros.


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Planta do mês novembro: Mogno-brasileiro



Nome popular: Mogno-brasileiro, Aguano, Uraputanga, ou simplesmente mogno.
Nome científico: Swietenia macrophylla
Altura média: 25 – 30 metros


     O mogno é uma planta nativa da região amazônica, mais comum ao sul do Pará, bastante explorada na produção de móveis pelo seu potencial madeireiro. Chama a atenção a coloração castanho-avermelhada do seu tronco polido. Ocorrem nos estados Acre, Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins; porém, ocorre em países como Peru e México. Adaptou-se muito bem a ambientes urbanos, por isso, é comumente utilizada na arborização urbana. Seu tronco é reto e seu crescimento é rápido. Possui folhas compostas, paripinadas, lisas, 8 a 10 folíolos; flores pequenas, claras; embora seus frutos sejam grandes (18 cm), com casca dura, voltados para cima, os quais se abrem em quatro partes de maneira a liberar suas sementes. Suas sementes são aladas, leves e com tonalidade marrom clara. Apenas as árvores mais velhas frutificam e produzem muitas sementes viáveis. Floresce em novembro até janeiro, e seus frutos iniciam maturação a partir de setembro e prolonga-se até meados de novembro. As sementes germinam bem em solo organo-argiloso se mantidos em ambientes semi-sombreados, a emergência ocorre em 15 a 20 dias. A árvore pode alcançar 4 metros em apenas 2 anos. A lagarta Hypsypyla grandella, conhecida como “broca-do-tronco”, é uma ameaça ao mogno-brasileiro, pois impede seu crescimento principalmente em áreas em recuperação. A extração clandestina desta planta também é um motivo que contribui para a inclusão no grupo das espécies em risco de extinção.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Planta de outubro: Jenipapeiro



Nome Científico: Genipa americana L.
Família: Rubiaceae
Bioma: Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga (em matas ciliares)
Onde Plantar: Praças, jardins, parques e margens de corpos d’água.

Árvore de médio a grande porte, 5 a 15 m de altura. Tronco com casca lisa, cinza-claro, copa globosa a elipsóide. Folhas perenes, simples, grandes. Flores do tamanho médio, brancas e muito perfumadas,
Fruto indeiscente globoso, aromático, com muitas sementes.
Os frutos (jenipapo) são muito utilizados para a fabricação de doces sucos e licor.

Potencial Paisagístico
Sombras densas, os frutos atraem a fauna. Árvore bonita e elegante, não pode falta na arborização de cursos d’água.

Como produzir muda
Colher frutos após a queda, maduros, mas não fermentados. Despolpá-lo sobre água corrente e dentro de uma peneira para a retirada das sementes.
Deixar as sementes em água, à temperatura ambiente, por 48 horas, para uniformizar e acelerar a germinação.
Plantar as sementes, em seguida, em sacos de polietileno, com substrato argiloso. Ou em sementeiras para posterior repicagem, de 2 a 3 semanas após a germinação, quando as plântulas atingirem 3,0 a 5,0 cm de altura.
A emergência ocorre entre 20 e 30 dias.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Planta do mês de setembro: Pau-mocó


Pau-mocó: Fabaceae - Papilionoideae


Fabaceae - Papilionoideae
Luetzelburgia auriculata (Allemão) Ducke
Biomas de ocorrência: Caatinga
Período de floração: estação seca

     O pau-mocó é uma árvore de porte médio e com tronco acinzentado. Suas raízes são tuberosas capazes de acumular água e amido, essa característica permite a ocorrência dessa espécie em solos secos e pedregosos. Durante o período de floração sua copa encontra-se completamente sem folhas, coberta apenas por muitas flores. Suas flores possuem pétalas de cor branca com mancha mediana esverdeada ou roxa e uma pétala externa no botão (estandarte). Sua floração em massa disponibiliza néctar e pólen em grande quantidade às abelhas nativas. As abelhas do gênero Xylocopa   (mamangavas-de-toco) são os principais visitantes das flores do pau-mocó.
     O pau-mocó é uma espécie ornamental, possui floração vistosa e suas flores fornecem recursos fundamentais para abelhas durante a estação seca. Essas características
favorecem o plantio dessa espécie em áreas de criação e conservação de abelhas nativas.

Árvore do Pau-mocó: Biomas de ocorrências na Caatinga



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Doação para o NUAL




     Após a colheita de: coentro, alface e cebolinha, efetuou a doação de duas cestas para o Núcleo de Alimentação. Os alunos Mateus, Tiago e Samuel foram os escolhidos para representarem  todos do núcleo acompanhados  da Professora Fabiana Quintela.